terça-feira, 22 de maio de 2012

Como programar em Pascal no Ubuntu

Desde o começo do ano venho me encontrando com um estudo intensivo de programação, e como matéria do meu curso, começo com algoritmos partindo para Pascal. Um problema conhecido é que no Windows é muito mais fácil e é só baixar o Pascalzim que você já pode programar e compilar seu app que você não vai ter problema nenhum, já no Linux é bem mais diferente.



Existem vários e vários tutoriais na internet usando o FPC (Free Pascal Compiler), mas nenhum que eu instalasse via apt-get que funcionasse corretamente, sendo que eu pensei logo em uma coisa: se o projeto tem site oficial, com certeza há pacotes para instalação de alguma IDE ou algum compilador que você use algo via gedit ou qualquer editor de texto e que possa compilar usando algum comando do tipo "app /home/fulano/arquivo.pas -c", por exemplo. Acabo que me deparo com um pacote em .tar que me adiantou demais.

Aviso: Não me responsabilizo por danos em seu computador. Comigo funcionou dessa maneira e estou compartilhando o que eu fiz para que a comunidade entenda o processo. Faça por sua conta e risco.

Baixei o pacote no site oficial do projeto, mas se você quiser agilizar e ir logo para a página de download, o SourceForge está a seu dispor neste link. Logo depois, escolha a versão mais atualizada e estável que você quiser, é claro que as instáveis vão ter algo de "RC", "Alpha" ou "Beta" no nome. Ao escolhe uma dessas pastas terá várias opções, na realidade são opções de qual sistema você usa.

Há a opção de instalar tudo de maneira automática em .deb ou um .rpm (caso use Fedora), podem, mas é tudo mais complicado pois tem que instalar um pacote por pacote -- foi isto que entendi pelo menos --, então eu recomendo a vocês instalarem manualmente usando os scripts dentro de cada .tar comprimido que há para baixar.

Na hora de escolher seu arquivo certifique a arquitetura do seu processador e o sistema instalado. Geralmente você pode haver o sistema em 32-bits, então é o fpc-x.x.x.i386-linux.tar, e se tiver 64-bits, pode ser esse: fpc-x.x.x.x86_64-linux.tar. Tome nota de estar escolhendo o pacote certo porque se escolher errado há grandes chances de dar tudo errado.

Baixou? Então extraia o arquivo que você baixou e depois ele vai extrair uma pasta. Automaticamente dentro dessa pasta vai ter que extrair mais um arquivo, que pelo menos no meu se chamou "binary.i386-linux.tar". E vai extrair mais um arquivo. Não faça mais nada, apenas abra seu terminal.

Abrindo o terminal acesse a pasta que você extraiu tudo usando o comando "cd", e sim, é a pasta que surgiu extraindo o primeiro arquivo. Por exemplo:

cd /home/bruno/Downloads/fpc-2.6.0.i386-linux/ 
 Apos rodar o comando, abra o terminal e digite este comando:

sudo ./install.sh
 O processo de instalação irá se inicializar. Diga "y" (sim) para todas as perguntas, e se perguntar alguma coisa sobre "/usr" e "/usr/share", digite "/usr/share" e conclua a instalação dando yes em todas as alternativas.

Logo depois que terminar e estiver tudo instalado, você já pode começar a programar em Pascal usando uma IDE que para quem é contra visuais retros vai odiar, mas é a melhor opção que temos até agora. Quando decidir usar o Pascal em seu Ubuntu, você terá que digitar o comando:

fp
Apenas isso, mais nada. Irá surgir a IDE e você poderá programar sem incomodo o que perturbe e atrapalhe, a não ser que você tenha algum amigo chato. :P

Ainda pretendo pegar os arquivos do Free Pascal e fazer um .deb para que todos possam usufruir do Free Pascal sem problemas, e até quem sabe, se for permitido, fazer uma IDE inspirada no FPC mas toda projetada no GTK? Ainda estou vendo a possibilidade disso. Espero que tenham entendido o tutorial, e qualquer dúvida, estou livre a dúvidas. ;)
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domingo, 20 de maio de 2012

Primeiro show

E hoje, na cidade do Rio de Janeiro, minha banda teve sua primeira apresentação, e com isso, nervosismo, problemas e etc que toda bem tem no começo dela. Com menos de seis meses decidimos começar a apelar para se apresentar e começar a projetar coisas novas, e o meu projeto que tinha feito no começo do ano que está mais ou menos em ação desde o ano passado está em ação e caminhando bem, isto segundo os comentários de pessoas que assistiram o show.

É claro que não foi fácil, ambos ficaram nervosos demais, eu por exemplo, toquei Another Brick In The Wall tremendo mais que tudo, quase perdi o ritmo e o nosso guitarrista de solo quase errou o épico solo da música, mas demos o que pudemos e mostramos que não desistimos. Ganhamos bons aplausos por mais que houvesse erros, mas conseguimos tocar a música legal. Interessante é que o solo ficou mais interessante na apresentação do que nos ensaios.

Algo que me surpreendeu foi os elogios do meu vocal vindo dos meus pais -- ok, não sei se foi para agradar ou verdade --, já que, eu sempre me pus a cantar mal desde os 11 anos de idade onde aos 10 anos desisti de tentar a fazer um coral juvenil que ocorria em minha casa espírita, aliás, o coral nem existe mais. Mas por incrível que pareça, mesmo eu estando gripado e dando um super quebra galho no palco como back vocal, me dei bem até.

Os problemas também ocorreram onde minha guitarra, surpreendentemente, teve um problema com captadores. Nunca vi nada parecido desde que a guitarra de um amigo morreu em minha mão. Minha guitarra é uma stratocaster single-coil e com ela, o captador do meio começou a ter sinais de que estava falhando. A chave seletora onde ficaria mais grave, ficou grave demais e a que ficaria agudo, agudo demais. Acho que a minha amiga vai parar num luthier. :(

Dentre outros problemas gerais que causam o nervosismo, mas eu acredito que fomos bem. Seguimos a todo vapor e conseguimos bons aplausos, principalmente no fechamento, já que começamos com o clássico Pink Floyd com o solo de abertura de In The Flesh, abrindo com um solo improvisado inspirado na The Happiest Day of Our Lives para ir para a segunda parte de Another Brick In The Wall, seguindo de A Sua Maneira e Será, fechando com Toxicity e Aerials. Nessa ordem mesmo.

Para fechar, tenho que agradecer a galera de outras bandas que participaram do festival ajudaram bastante trazendo motivação para nós e dando apoio que era nossa primeira atuação juntos e que futuramente estaríamos melhores, já que, estávamos apenas começando e isto era normal. Tenho que agradecer também pelo som de excelente qualidade das outras bandas que nos trouxeram, por mais que não tivesse assistido todas por problemas pessoais, a de abertura foi excelente.

Bem, é isso. Agora é partir, ensaiar, criar e desenvolver músicas e instrumentais nossos para que tenhamos um futuro produtivo e que a banda desenvolva cantando em diversos locais importantes da noite carioca. Quem sabe numa casa de shows pequena mas conhecida na região? Abertura de shows em lonas culturais -- cá entre nós, isso ajuda demais --, ou em outros locais. Agora depende de nós, e como eu disse pro pessoal: vamo que vamo, Banda Smooth!
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sábado, 21 de abril de 2012

Uma crítica sobre a Oi

Há um tempo venho usando Oi como operadora do meu celular, e desde o ano passado, depois de passar um sufoco de troca de operadoras para internet banda larga em meu computador e na minha rede caseira, a Oi me apareceu com uma solução viável com um valor na minha realidade com um plano que me atendeu bem até hoje, e, vira e mexe, nunca tive um problema. Só que, agora o cenário muda, por completo.

A Oi, vulga operadora em que praticamente quase todos os números do Rio de Janeiro são deles, não tem compromisso nenhum. Há pouco tempo venho me encontrando com problemas com a Oi Velox que tenho de 10MB e no primeiro dia de uso depois de assinar de novo o pacote se chegou à 2MB foi demais, e agora, se ela conecta, é uma felicidade.

Meus sentimentos para utilizar a Oi Velox é para chegar em casa implorando para ver funcionando. Ontem mesmo, na minha rede Wi-Fi, outro computador acessou um vídeo no YouTube e, vergonhosamente, a minha conexão parou de funcionar por 5 minutos só porque viu o vídeo. Decidi testar e a culpa foi essa mesma.

Como pode, um vídeo de 0:50 segundos consumir toda a conexão de 10MB? E para piorar, nem 240p era, era mais inferior que isso. Mas mesmo que fosse 240p, o vídeo não teria força o suficiente para derrubar 10MB. Quando acessa só com um computador na rede, ela pega normal, mas se você acessar a rede com um celular/iPod/iPad e um computador você fica sem conexão. Como se fosse uma sobrecarga e tudo caísse de repente. Sem dó nem piedade.

Se com esses aparelhos fazem isso, imagine com mais de um computador na rede. Nenhum funciona e não adianta deduzir que o culpado é meu roteador porque ele está estável demais, e nem o modem, porque eu já estou usando o meu terceiro modem, tanto D-Link, TP-Link, ZTE, Speedstream tiveram o mesmo resultado. Não é culpa da aparelhagem que utilizo para fazer a conexão. O meu roteador está bem até demais.

Velox, como pode, cobrar um valor alto demais para um serviço que não funciona? Eu não sei mais qual é a luz desse país, vivemos numa fase de vergonha sobre operadoras, cobrando absurdos por planos que deveria ser nem 10 reais. Tendo ideias horrendas que parece-me que assusta mais do que atrai consumidores, e essa é a verdade.

No Brasil, em 16 anos de vida, eu nunca vi nada sério com operadoras. A Anatel é realmente um órgão responsável, mas mesmo sendo assim, ela não faz direito. Esses dias estava debatendo com amigos sobre meus problemas de conexão e eles me lembraram que, na lei, é necessário que se ofereça 10% da conexão para funcionar. 10% não é nada. Eu estou pagando e eu quero no mínimo 99% da minha velocidade. Eu assinei 10MB e eu quero os 10MB pelo qual eu pago.

Para piorar o cenário das empresas, os atendimentos de assistência, mudança de planos e etc são desprezíveis. Para fazer três alterações numa conta, fiquei pendurado 1:30 hora no telefone, sem contar que falei como queria as alterações e depois tive que falar tudo de novo.

Isso não serve só para a Oi, mas para todas as empresas: se o setor que estou falando não pode alterar nada, por que eu ainda tenho que insistir de falar com esse setor? Não, melhor, por que esse é o setor de administração de contas da operadora se eu tive que ser direcionado para um “setor responsável”? Realmente, são coisas que não entram em minha cabeça. Agora, para piorar, estou sem conexão. O modem acusa receber sinal, mas que sinal? Onde? Cadê? Eu não o vejo. Eu não consigo mandar um tweet pelo Echofon, entrar no MSN, acessar meu Facebook, o Google, com ou sem Google DNS. Como posso levar a sério uma empresa que gosta de brincar comigo?

Ainda tem pior: não é só na minha Velox à cabo que tenho isso. Minha 3G funcionava direitinho até que, do nada, parou também. Tudo parou. Só tenho serviço de telefonia e sms, mas e onde entra o dinheiro que pago pela minha 3G e a responsabilidade que vocês assumiram quando assinei o contrato dizendo que estou de acordo? Isso não estava em nenhum cláusula, e ainda tenho ele aqui (acho que tenho).

Oi, por que você não ajuda mais seus clientes? Não oferece mais serviço decente que sempre me ofereceu, que que há? Há anos sou cliente de vocês e só comecei a deparar com problemas assim agora. Sou cliente deles desde que a Oi começou a operar no Rio de Janeiro, e isso falo de telefonia móvel. Ainda tem os anos de telefonia fixa.

Falando sério, uma coisa que nunca vou levar a sério nesse país é telefonia. Acho que, é um dos serviços que mais se peca. A cada dia, invés de melhorar, parece que piora. Se há melhoria aqui, é algo bem razoável. Ando a cidade toda e tenho uma 3G razoável, mas cruzei a fronteira municipal – com exceção de Niterói –, fica somente em EDGE.

E agora, o que faço? No momento que acabei de escrever este texto a internet voltou a funcionar, à 5MB. Metade do contratado. Tudo bem que voltou, melhor que nada, mas e os meus 10MB?
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domingo, 15 de abril de 2012

E aí, o que vai ser do iPhone 5?

Desde o lançamento do aparelho a Apple mantem os 3,5 polegadas de tela para todos os aparelhos de novas gerações, que, até os dias de hoje, temos cinco gerações, sendo a mais atual denominado de 4S. Mas, depois de tanta e tanta mudança desse mundo que temos hoje, visuais novos em aparelhos, 4G pra lá e pra cá -- tirando o Brasil da lista --, telas de 4 à 6 polegadas, o que será que a Apple irá fazer este ano?

É meio e bem estranho imaginar um iPhone mais fino e com tela maior, mas não é impossível. Muitos já bolaram protótipos de como seria, até mesmo, a Apple assassinaria os espaços entre as bordas laterais para aumentar o tamanho da tela, e, alem disso tudo, ainda aumentaria um pouco o tamanho dele. Outros já mencionaram que o iPhone ficaria mais fino e continuaria com a mesma margem, porém, o iPhone seria mais extenso.

Muitos falam que "4,65 polegadas dá um diferencial", mas varia muito do sistema e do que vai acontecer. Atualmente uso um aparelho Android que praticamente tem as mesmas medidas do meu velho amigo iPhone 3GS, e para ser mais especifico, o Android, e o Windows Phone foram os únicos aparelhos que pareceu precisar de mais espaço na tela.

Sim, o Android é um sistema que requer espaço porque os apps dele são grandes, tanto é que a famosa rede social Path não cabe em meu celular em hipótese alguma. Sempre fica um espaço a menos, mas acho que isso foi um meio que despreparo pela equipe de devs da rede tentando deixar o app idêntico ao do iOS, sendo que, devs, Android NÃO é iOS.

O Windows Phone eu vejo a necessidade e ele é o único sistema que eu percebi que realmente merece telas grandes. O sistema é todo trabalhado com fontes grandes e com gráficos de alta definição em que isto necessita de telas maiores. Mexi num Lumia 800 e percebi que é gritante as diferenças, e se você coparar um Android e Windows Phone 7.5 sobre resolução, acredite, o Windows Phone é o único que vai precisar disso.

Já o iOS, sistema da Apple, desde que conheço o iPhone, que é desde o iPhone Classic, ele não precisou de nada disso. O máximo que precisou até hoje, foi a Retina, mas a ideia foi genial pois deixou a tela com uma qualidade tamanha e parece que tudo irá se saltar diante da tela e isso não é 3D, e sim gráficos bem feitos. Realmente a Apple merece parabéns.

Mas, mesmo com ou sem Retina, a empresa de Cupertino não precisa de telas maiores. O iOS é feito de ponta para isso tudo, e o máximo que os devs têm de se preocupar com resolução é se o cara quiser um app para iPad e tem que por resoluções especiais, APIs próprias, mas não entremos em termos técnicos, já que, é meio que óbvio isso, concordam?

Eu não esperaria um iPhone 5 com uma tela aumentada e eu, se pudesse entrar num conselho de executivos da Apple numa decisão interna da empresa, eu diria que é uma mudança desnecessária. A Apple pode até mudar o tamanho dela para algo até 4 polegadas, mas vai mudar a pegada do aparelho. Não vai ser a mesma coisa usar o iPhone com uma só mão. Eu acho impossível usar um Samsung Galaxy S II com uma mão só. E para esquentar mais as coisas, o teclado do iPhone iria mudar, e muito.

Além de ter que adaptar tudo no iPhone, ainda teria o problema do iPod. Desenvolvedores ficariam desmotivados em fazer apps para iOS caso o iPod tenha ainda o tamanho de sempre e o iPhone mude. Seria uma trabalheira para montar um app que com certeza quebraria aquele espírito de que o iOS seja um sistema aberto e livre para todos e com facilidade.

Sobre a tela, é isso que eu penso. Acho desnecessária a mudança a não ser que a empresa dê uma proposta decente dando o porque isso seria importante e o que iria ajudar e se o sistema iria ficar de acordo, porque o que mais acho interessante no iPhone é a pegada, tamanho ideal para mexer com uma mão só que cabe na palma da sua mão. No 3GS é assim, no 4 e 4S é melhor ainda.

Quanto ao visual, eu não sei no que a Apple pode mexer, eu realmente, nunca consigo pensar num visual novo para o iPhone, já que, o que está atualmente agradaria. Não vou puxar corda para este assunto, já que, eu não sou designer e não tenho a mínima ideia no que a Apple poderia mexer. A questão é, se mexer, o que ela irá mudar?

Mudanças internas eu espero um processador melhor, memória RAM melhorada, e mudança do sistema de câmera, melhoria na câmera frontal, e rede 4G, que é o que mais se espera, quer dizer, lá fora. A rede 4G, acho que, finalmente será realizada e nós teremos, quero dizer, eles terão a velocidade que quiserem e baixando à altíssima velocidade.

Quanto a isto, o que mais pode haver? O iPhone tem risco de chegar até metade do ano, ou, se a Apple fizer, de novo, quebrando um paradigma da empresa (de novo) que ela sempre teve, apresentar próximo ao final do ano. E aí, Apple, o que nós trará de mágico e revolucionário este ano?
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sábado, 7 de abril de 2012

Instagram for Android e as mudanças

Depois de um bom tempo de espera, finalmente nosso amigo e pedido por todos os Androidusers, o Instagram, chegou no Android. Com ele, trouxe uma alegria mas ao mesmo tempo a fúria de alguns usuários, e dentre eles, claro que era os usuários do iPhone achando que a rede não seria a mesma coisa. Como usava ele no meu iPod Touch e agora uso no meu celular com Android, consegui tirar umas críticas boas e comentarei sobre ela.

O lançamento para Android

Logo assim que lançou a página do Instagram para cadastrar e-mails para recebermos e-mails sobre o lançamento, eu coloquei meu e-mail lá. Desde então nunca vi o K-9 Mail do meu celular ser aberto e fechado tantas vezes. Mas, se dependesse desse sistema eu nunca saberia que o aplicativo já teria lançado, já que o e-mail não foi enviado.

Sim, eu esperava o e-mail. No mesmo tempo que eu esperava, eu olhava o site sempre já que não confiava muito no sistema de e-mail. Mas aí, no dia e na hora, eu estava na rua logo assim que foi lançado e eu não pude baixar, aliás, só descobri quando cheguei em casa e vi o link mas eu acreditei que seria algo de 1º de abril até acessar a página oficial.

Esperava receber meu e-mail e não chegou, mas felizmente na hora certa eu vi o link e baixei. Quanto ao lançamento, percebi que tiveram dificuldades com servidores. Demorei 30 minutos para dar login na minha conta e para cada foto que se fosse enviar demorava um século, as vezes, tendo até que apertar "reload" para que enviasse, mas não compartilhava com Twitter, Facebook, e nem adicionava a localização e título. E isso aconteceu no meu iPod também.

Do restante, o lançamento foi bem feito para os bolsos dos executivos da empresa com 2000 cadastros por minuto. Uma boa prova que os usuários de Android aguardavam ansiosamente pelo aplicativo e que para os lucros da empresa foi bom. Boa, Systrom!

O aplicativo

Confesso que quando usei não curti muito o aplicativo por uns aspectos, mas quanto visual, foi o melhor app que já usei no Android. Achei o app muito pesado e o fato dele consumir uns 15mb para instalar deixou a situação dele meio complicada, mas nada demais.

A performance no meu Samsung Galaxy Ace foi boa assim como num Samsung Galaxy 5 foi boa também. Consegui usar todos os recursos direitos sem nenhum problema, porém, o que me deixou revoltado foi o fato de que após tirar uma foto ter que reduzir o tamanho dela e depois virá-la para ficar certa. Mas, fuçando as configurações, descobri que tem como utilizar uma câmera alternativa do Instagram que é do mesmo sistema do iPhone, porém nem todos os aparelhos têm esta função. Se chama "Advanced Camera" se não me engano.

O pior problema de todos é que ele é muito pesado em celulares. Minha rede Wi-Fi e 3G não bancam o Instagram direito, quer dizer, bancar até banca, mas comparado ao iPod foi diferente. Eu hoje fiquei que nem louco usando com a 3G à 1MB e nada, diferente do iPhone que foi em segundos. Acredito que isso seja porque é versão 1.0.0 e ainda esteja em fase experimental, ou então, estão adicionando aos poucos. Mas achei isso um pequeno encomodo.

Usuários da rede e a "orkutização"

Logo assim que o app foi liberado, houve vários problemas tantos sociais na rede como problemas de conexão, mas o social foi mais frequente. Houve usuários de iPhone reclamando que o Instagram não seria mais o mesmo se continuasse como app no Android e que haveria uma orkutização em massa. Mas eles estão enganados.

A rede pode ficar até orkutizada, como eles quiserem, mas você só segue quem você quer, e se aquela pessoa posta algo que você não gosta, "Unfollow" é a serventia da casa. Sim, só deixar de seguir, fácil. Aí acaba a orkutização porque você só vê o que quer, não o que te pedem.

Conclusão

O Instagram chegou numa boa época e que foi pedido por muitos. Espero que o app faça sucesso assim como espero ver mudanças, melhorias e etc. À propósito, que não é o meu caso, há usuários relatando que as fotos ficam pretas quando se posta, mas nunca ocorreu comigo, mas espero um update para isso, mas é tudo questão de tempo. São bilhões de aparelhos de diversos tipos, com diversas proporções de câmeras, e o app precisa estar estabilizado para todos, e isso pode demorar um pouco.

De qualquer forma, bem vindo, Instagram. =)
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A morte do meu velho notebook

Há muito tempo tenho um notebook que, desde que meu desktop bateu as botas, ele veio me trazendo proveitos e me ajudou muito na ajuda do estudo de programação assim como aprendi muita coisa usando com ele. Além disso, se não fosse ele, não saberia detalhes básicos de como cuidar de notebooks e como jogos em notebooks são tenebrosos. Ontem, o mesmo torna-se a seu falecimento imediato.

Bem estranho a pessoa se lamentar por um notebook morto, que no caso não é um ser vivo nem tanto, mas o papo nem é esse, queria mesmo era relatar o ocorrido, e sei lá, achei que seria interessante. Acordo numa manhã de sexta-feira, depois de desligá-lo intacto às 03:30 e acordo às 10:30 do dia seguinte, e quando me deparo bem com o acontecimento, eis que o meu cristal líquido, LCD -- aaah sei lá o que é aquilo --, acorda todo ferrado como se alguém tivesse dado uma porrada nele.

O problema
Muitos me perguntaram "Quem deu essa porrada aí?", mas o incrível fato é que eu nem toquei nele, aliás, a única coisa que fiz foi pendurar um headphone em cima do monitor e acordei com ele caído, mas um vento não teria força para fazer isso, até mesmo, ele que é um headphone 100% de plástico que é super pequeno e leve da Philips. Se quiserem, eu demonstro o modelo porque recomendo ele demais e é super em conta para qualquer orçamento.

No fim do dia, só me restava lamentar e procurar uma solução, mas aí no surpreender da noite, com ele fechado, me deparo com algo. A tampa estava torta, como se alguém viesse e pressionasse ele no meio até ele amassar e tivesse quebrado. Eu não sei como foi que isso aconteceu, mas acredito bem que seja porque carreguei ele numa mochila no dia anterior, mas me surpreende mais que onde está torto e com aspecto de quebrado, não tinha nada encostando, porque a única coisa na mochila era cabo de guitarra que estava longe dele.

Bem, meu notebook agora se foi, depender do meu celular tá fo**, sorte que eu já me acostumei com Android, e agora é esperar para ver o que vou fazer. A propósito, vai ser uma dor de cabeça tamanha recuperar meus arquivos e me adaptar num novo. :/
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domingo, 18 de março de 2012

A quantidade de leitores não importa

Acordei há pouco e fiz algo que eu não faço com este blog há muito tempo, que é olhar meu Google Analytics. Parando para pensar, acho que, a ferramenta é inútil neste caso que passo agora, até porque, eu não quero ser o pop da web ou escrever porque quero que digam que eu sou o cara, sou fod* digdin digdin, entre outros sentidos usando palavras pejorativas ou não.

Comecei este blog em 2010 depois de fechar e abrir inúmeras vezes por problemas com servidores para hospedar em Wordpress, e até agora, ele me veio trazendo o que eu sempre quis, que no caso livre de ser, é o fato d'eu postar o que quiser quando quiser, quando bem entender, quando der vontade, e postar o tema que eu quiser pois é um blog pessoal sem nicho, quem nos controle, nada. Ainda mais, poder opinar até onde eu quiser, sem fronteira.

Aos que ficam contando leitores, só digo que não importa isso. Importa mais fazer um trabalho decente que vai mostrar se você é bom ou não, e se não for, ir atrás de mais informação. Números de leitores um dia pode ser que seja interessante, mas nem tanto, isto é, se você não tiver pretensão de ganhar dinheiro com isso, Mas também se começa um blog visando lucros, por favor, repense em tudo pois um erro de blogueiros novatos é começar já nesse pensamento.

O número de leitor não me importa. Se eu faço algo que gosto, da maneira que eu gosto, interpreto, e viso com um amplo número de expectativas, eu posso muito bem pegar e aplicar o que quiser sem olhar um número de leitor sequer. E se você fizer isso, realmente, pode demorar, mas vai subir este número. Pessoas gostarão do seu canto virtual por este motivo e não vão acessar porque tem bilhões de leitores.

Para mim, neste blog que é um caso específico, blogar visando quantidade e lucros não é de fato verdadeiro e único que eu penso. Nunca pensei em por anúncios por aqui, ou até mesmo, fazer postagem patrocinada, nem mesmo, fazer mídia kit anunciando meus números para atrair anunciantes. Eu não me importo nisso e sim num trabalho bem feito onde posso fazer o que eu quiser.
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